quarta-feira, 20 de abril de 2011

Arte e Politica

- Arte e Política



Nos anos noventa do século XX a sociedade brasileira passou por significativas mudanças nos contextos econômicos, políticos, sociais e culturais através do processo de reestruturação produtiva e da globalização, assumindo no campo político o neoliberalismo, sistema que garante o crescimento econômico e o desenvolvimento social de um país determinando novas formas de relação entre estado e sociedade. Assim, essa transformação exigiu na educação um novo paradigma com formação generalista e flexível compatível com as exigências atuais do mercado de trabalho. Para o educador Anton Makarenko, que viveu as grandes transformações históricas do fim do século IXX e do começo do XX formar crianças capazes de dirigir a própria vida no presente e a vida do país no futuro era a sua meta, levaram as conseqüências mais radicais às questões do espírito de grupo e trabalho coletivo, conseguindo os resultados esperados com os jovens vivendo a realidade concreta e participando das decisões sociais. Um dos grandes problemas, dos jovens e adultos na atualidade tem sido o individualismo, o que na realidade deveria ser uma conquista moral e ética, com sentido inicial da valorização do outro. Mas, no entanto, o individualismo acabou tomando um rumo totalmente contrário: a ausência do outro. A escola sempre teve um papel importante na formação de uma criança ou adolescente. Com o passar dos anos sua responsabilidade vem sendo redobrada, isso ocorre por uma série de motivos, e um deles tem sido a crescente ausência dos pais na educação de seus filhos, motivados por vários fatores: trabalho, compromissos, etc. Quando, nos educadores transformarmos a escola teremos tornado possível o aparente impossível, conseguir humanizar a escola, superar tragédias, investir com êxito na educação e fazer a realidade do coletivo mais concreta e presente. A voz solitária de Mercedes Sosa na Musica “Cancion Con Todos”, pedindo a união de toda a América Latina clamando como se tivesse pedindo socorro terá valido a pena, assim como o Painel de Diegues Rivera com a obra “O Arsenal” que retrata sua esposa Frida distribuindo armas para os revolucionários que decidiram lutar. A produção artística, a letra da música e os pensamentos dos escritores tornam-se objetos de mensagem para despertarmos e quando usarmos nosso grito de alerta em forma de protesto colocaremos com certeza a música de Mercedes Sosa como cenário de fundo em nossas conquistas.

Sites pesquisados
http://www.bdae.org.br/dspace/bitstream/123456789/2045/1/tese.pdf
http://www.suapesquisa.com/geografia/neoliberalismo.htm
http://blog.controversia.com.br/2009/12/24/anton-makarenko-o-professor-do-coletivo/
http://colegiocursomodelo.blogspot.com/2007/04/jovens-procuram-cada-vez-mais-o.html

nomenclaturas do termo Arte

A leitura que fiz dos textos para encontrar as afinidades entre as nomenclaturas existentes no ensino de artes visuais atualmente em relação às academias e o classicismo, me fez refletir sobre as alterações que aconteceram vagarosamente nas nomenclaturas de artes com os ternos mais antigos ao atual: Belas Artes, Artes Plásticas, Artes Visuais e Cultura Visual.
O termo Belas-Artes nasce como sinônimo de arte acadêmica, afastando arte e artesanato, artistas e artesões e ainda com o advento das Academias de Arte no século XVI até o seu cume no século XVIII. No Brasil, a arte acadêmica teve início com a vinda da Missão Artística Francesa no começo do século XIX e em 1826 a Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro passou a existir. Mais tarde, com a proclamação da República é denominada Escola Nacional de Belas Artes. Atualmente, ainda temos Universidades com cursos e escolas de belas artes. Embora o grande preconceito que revestiu as academias, ainda persiste em muitos setores da crítica e entre os produtores, comparando-se a essência da teoria acadêmica com a teoria que admite a produção e educação artística contemporânea constata-se que alguns princípios gerais do antigo Academicismo conservam-se em vigor continuamente ao extenso período de todo o século XX, principalmente depois que os modernistas deram início a posições de professores dentro das escolas de arte.Sempre tive vontade de desenhar e fazer pintura em Tela, mas quando criança era muito caro, não tinha como desenvolver a técnica. Ficou mais fácil aprender. Aqui em minha cidade temos cursos gratuitos para aprender do desenho mais simples até o acadêmico, pintura em tela, etc. A prefeitura da cidade é quem mantém o Centro Profissionalizante empregando esses profissionais que se dedicam com afinco.
O termo Artes Plásticas surgiu com o no início do século XX, o belo abafou o sentido para o modernismo, assim, o termo artes plásticas é aceito para a pintura, escultura, desenho. Artes Plásticas é um termo que se encontra acompanhado da estética, aprofundada nos conhecimentos greco romanos e disponibilizada para tomar forma. Com a França definindo os padrões educacionais, em meados do século XX, nos anos sessenta e nos anos setenta surgem no Brasil as Licenciaturas e bacharelados em Artes Plásticas. O classicismo hoje afere maior valor às faculdades que criam obras de arte intelectuais, pois busca a fórmula de valores universais adiante dos particularismos individuais ou nacionalistas. Inspirando-se nos exemplos da Antiguidade clássica greco-romana, apresenta como início à harmonia das proporções, a ingenuidade, o equilíbrio da composição e o idealizar da realidade.
Lembro que os desenhos geométricos desenvolvidos na escola eram feitos no caderno de desenho e depois comparados com objetos que tinham formas parecidas com esses desenhos geométricos.Desenhava e pintava esses desenhos e ao lado a figura que representava: a casa, a geladeira, o dominó, o dado, etc.
O Termo Artes Visuais compreende toda arte admirada pelo olhar: a pintura, o desenho, a gravura, a fotografia, o cinema, a escultura, a arquitetura, web design, a moda, a decoração e o paisagismo. . No estético é manifesto o modo teórico e prático, seja o estético do belo, do funcional ou do refletir.
Essa compreensão representa trinta anos de influência direta da E.U.A no sistema educacional do Brasil desde os acordos MEC/USAID, da ditadura militar brasileira até hoje. Os termos artes visuais provem do inglês para o português e foram arraigadas no contexto nacional representando um acesso do fazer e das atividades mais práticas e plásticas e de influência européia latina/e francesa para assuntos da percepção ou a tudo que é referente à visão, assim o Brasil tem uma visão dominada pelo mundo norte americano e europeu.
Quantos desenhos pintei, fiz o belo e admirava, desenhei bonecos, meninas, bichos, desenhava com grafite, em alguns usava o esfuminho para sombrear e em outros pintava com lápis de cor.
Atualmente, as artes visuais são o termo preferido pelas instituições de ensino de nível superior no Brasil e seu emprego cresce rapidamente no ensino médio.
As disciplinas envolvidas diretamente com as questões de percepção e visualidades que irão influenciar as discussões na área seriam, entre outras: Psicologia, História, Estética e Semiologia.
O termo Cultura visual foi inserido e encontrado a partir do início deste século XXI no Brasil, com constância na literatura, em artes e em arte/educação. A cultura visual destaca as experiências cotidianas do visual, abrange determinada combinação de estudos culturais, história da arte e antropologia, focalizando aspectos da cultura que se apóiem em imagens visuais. .Entre os teóricos dos estudos culturais que trabalham com a cultura contemporânea, isto repetidamente se junta à filmologia e aos estudos sobre televisão, embora também possa incluir o estudo de videogames, mídia artística tradicional , publicidade, a internet e qualquer outro meio que possua um elemento visual. “
A cultura visual busca questionar como as pessoas vêem o mundo e estabelecem diversos tipos de aspectos que debatem as formas de produção e circulação de imagens, chamam atenção para as diferenças entre o verbal e o visual e, sobretudo, colocar em questão a distinção entre alta e baixa cultura nas artes “, etc.
Fiz artesanato uma época e gostava das minhas criações que improvisei para presentear: caixas para presente, enfeites de geladeira em forma de borboletas, etc Também fiz pintura em tela. Adorei tudo que trabalhei artisticamente até hoje.
Assim, atualmente, tanto o classicismo quanto o academicismo são estudados e através destes estudos temos clareza e entendimento sobre a arte daquela época e seus questionamentos. As instituições acadêmicas brasileiras estão em renovação constante até os dias de hoje, e, neste sentido, a arte contemporânea é, diretamente derivada do antigo modelo.




Bibliografia:
· Dias, Belidson – Apagamentos: ei ei ei... cultura o que? Visual? E as belas artes, artes plásticas e artes visuais?
· Osinsky, As academias e o surgimento do neoclassicismo
· http://pt.wikipedia.org/wiki/Academicismo
· http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/grupo_estudos/GE01-3073--Int.pdf
· http://www2.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/A/academismo.htm
· http://pt.wikipedia.org/wiki/Classicismo
· http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/classicismo.htm

o Ensino de Artes Visuais

O ensino de artes visuais tem como objetivo proporcionar aos alunos a construção de saberes estabelecendo relações entre percurso de criação de seus trabalhos e sua reflexão pessoal sobre as diferentes linguagens, tendo como referencia a diversidade da arte produzida ao longo da história.
Assim, preparar os alunos para viver com dignidade, liberdade, responsabilidade no mundo contemporâneo são propostas que devem ser construídas respondendo a realidade local das escolas, dos docentes, dos dirigentes e, sobretudo dos alunos, considerando a realidade global.
Hoje, o que vemos na atualidade são professores totalmente alienado do seu argumento histórico e social e a dificuldade de abandonar as praticas educacionais arraigadas em seu cotidiano e colocar em pratica novas metodologias de ensino, isto é, metodologias contemporâneas.
O professor sente-se inseguro diante do novo, inovações essas que se fazem necessárias diante de um alunado que esta a todo o momento usando as novas tecnologias que se inovam a todo instante, a ima velocidade inatingível, assim, o professor acaba apresentando diante desse alunado, uma metodologia discutível, que não o motiva e nem interessa.
O professor ao se manter tradicional deixa de utilizar novas técnicas de ensino que serviriam de motivação, despertando interesse dos alunos para uma melhor aprendizagem.
Trabalhando em escola me deparo com muitos professores que acabaram de se formar, entrarem em sala de aula sem a devida preparação e a falta de um conteúdo de aprendizagem previamente preparado acabando assim, prejudicando uma aula que poderia ser proveitosa.
As tendências e contexto atual precisam ser compreendidos pelo arte-educador, ser aberto para refletir sobre sua atuação pedagógica com o intuito de aperfeiçoar transformando o ensino e aprendizagem na atualidade. Só assim o arte-educador atravessará o processo de transformação, modernização e inovação do sistema educacional e através desta analise fazer uma adequação das praticas pedagógicas mais importantes.
As tendências que interpretam na questão da educação são: educação, reprodução e transformação da sociedade. As pedagogias liberais e progressivas hoje são as principais pedagogias usadas na educação brasileira.
O ensino de artes no século XXI se encontra arraigado nos recursos tradicionais (lousa, lápis, caderno de desenhos, etc), apesar das novas orientações e tecnologias.
Pelos textos estudados compreendi que as tendências se mesclam, pois uma não elimina a outra. O professor e aluno têm que estar aberto para enfrentar um mundo repleto de mudanças e conhecimentos novos ;necessitando de formação contínua e aprendizado permanente e modelização de novas tendências do ensino de artes em sala de aula.
Depois de estudar os textos fiz uma pesquisa sobre o ensino de artes na escola publica e conheci as apostilas Linguagens, Códigos e suas tecnologias, com conteúdos de Artes Visuais, Teatro, Dança e Música.em todas as séries de Ensino Fundamental e Médio.
Vi que as mudanças operadas são abrangentes. Apostila essa que define conteúdos, competências e habilidades, metodologias, avaliação e recursos didáticos. O ensino de artes do século XXI teve uma nova perspectiva, onde a experiência,o aprendizado permanente sobre arte, a prática da análise comparativa na leitura de obras de arte privilegia a construção de conceitos, valoriza a percepção estática e a imaginação criadora, investe na formação cultural dos alunos potencializando o repertório dos aprendizes, seja por meio de sondagem que o investiga, seja por nutrição estética que o expande.(extraído da Apostila de Artes:Linguagens,Códigos e suas Tecnologias) Tive acesso a um material muito rico.
Com tudo isso, conclui-se-que que o professor tem que estar permanente atualizado para desenvolver um ensino de arte com mais competência e habilidades, com significados humanos e sociais , arte-educadores empenhados a aprender a aprender neste processo ensino-aprendizagem.


Bibliografia

Textos da disciplina

DUTRA, LIDIANE. Percurso da imagem no ensino de arte brasileiro. http://www.webartigos.com/(S/d)
ARSLAN, Luciana Mourão e IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no início do século XXI . In:______. Ensino de Arte. São Paulo:Thomson Learning. 2006. p. 1‐13.
http://www.artenaescola.org.br/pesquise_artigos_texto.php?id_m=23

narrativa crítica Arte rupestre, Barroca e indigena

Os conhecimentos históricos sobre a Arte rupestre, Indígena e Barroca são de extrema importância para o nosso desenvolvimento, pois trazem em suas raízes históricas, cultura de um passado que nos fazem refletir sobre a necessidade que nossos ancestrais tinham de se expressarem, assim, através da arte e graças a essas produções visuais e materiais encontradas, temos acesso às representações da realidade do seu cotidiano, suas crenças e valores.
A arte Rupestre surgiu a milhares de anos atrás e é conhecida como a primeira forma de expressão desenvolvida pelo homem e foi encontrada na França, Brasil e Espanha.No Brasil, esse despertar artístico foi registrado nas paredes das cavernas em forma de desenhos e funcionava como uma espécie de transmissão de informações para o próprio grupo ou para as gerações seguintes e a usavam da forma que mais necessitavam e de acordo com a sua cultura.
Assim, os costumes e as práticas do cotidiano dos nossos ancestrais foram eternizados com uma riqueza impressionante de detalhes de sua vida em sociedade e como arte integrante da história de um povo. Nela, se comprova que as transformações sempre fizeram parte da vida do homem, colaborações importantes para o progresso, passadas de geração em geração.
Quando admiro a arte rupestre fico imaginando os nossos ancestrais desenvolvendo passo a passo os mínimos detalhes, a constância desses detalhes e a importância dessas descobertas em sua vida diária. A alegria que deveriam sentir com mais uma facilidade em seu cotidiano colaborando com sua vida em sociedade, sendo desvendada e funcionando como fonte de motivação para novas descobertas. Gratificante verificar que essas descobertas nos foram deixadas de herança através de suas pinturas. Na atualidade, a arte rupestre traz interpretações e influências, tornando o homem capaz de dar formas com suas habilidades a novas criações, cito como exemplo de arte rupestre na atualidade o grafismo, onde o homem se expressa também com imagens do seu cotidiano.
A Arte Indígena já existia bem antes do Brasil ser descoberto e tem sua representação em diversidades culturais como cocares, vasos, panelas de barros, rituais, etc. Usavam a arte para decorar seus artesanatos e muitas vezes em seu próprio corpo, fazendo desenhos e símbolos que representavam significados culturais, artísticos e se diferenciando de tribo para tribo. A arte indígena do século XVII vista e apresentada pelos europeus tinha um aspecto diferente do que a realidade, pois os artistas estrangeiros os representavam com cenas de canibalismos, de maneira feia e imaginária em decorrência das descrições de religiosos e viajantes que aqui estiveram. No século XIX tudo mudou e a Arte Indígena passou a ser retratada de maneira fidelíssima, como os índios apresentavam-se na realidade.
A arte indígena traz em seus detalhes a perfeição que o indígena dá a cada item que fabrica, para ele cada um desses itens é um ritual. Na dança e na vida o indígena segue suas tradições.
Vemos a arte indígena na contemporaneidade sendo preservadas e como Patrimônio da Humanidade. A arte do índio é mostrada e admirada, suas tradições são herdadas e mantidas, cada grupo indígena preserva um conhecimento técnico quanto à escolha do material, do trançado e dos desenhos decorativos das peças confeccionadas no seu cotidiano. A arte indígena sempre serviu de estimulo para vários artistas. Mostramos que a arte acompanha as culturas e o homem a utiliza atualmente, seja para chamar a atenção, para causar impacto a determinados fatos, para mostrar a realidade. A cultura de um país é de extrema importância para contar a sua história. Acredito que as influências mútuas que vem ocorrendo mostram claramente a condição contemporânea do indígena e a aproximação dos nossos costumes com os deles. Exemplo da arte indígena utilizada pelos não índios: dormir na rede, tatuagens tribais, tomar banho todos os dias, etc.
O Barroco foi desenvolvido no Sul da Alemanha, Áustria e França a partir de 1715 e no século XVII, o Barroco foi trazido para cá através de missionários enviados pela Igreja Católica quando tiveram informação dessas novas terras descobertas pelos portugueses e dos nativos que aqui viviam. Os missionários se destacavam por meio de jesuítas e da Companhia de Jesus como instrumento cristão para a catequização dos índios. Assim, introduziram o Barroco como a arte que colocou o catolicismo e a fé em ascensão. No século XVIII foi introduzido o estilo rococó, que se distingue pela sua expressão original e pelos elementos decorativos como flores, folhas etc.
O Barroco brasileiro teve forte ligação com a Igreja Católica e sua religião, está presente até hoje em inúmeras igrejas construídas em todo o país, variando de uma região para outra e conforme o crescimento econômico das cidades. Na atualidade, o Barroco é considerado patrimônio da humanidade e se encontra nos Estados de Pernambuco, Minas Gerais, salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, também em muitas outras construções como prédios públicos, moradias e chafarizes.
O Brasil é um país (Estado e Nação) considerado barroco, pois nos foi apresentado desde quando éramos criança e continuamos tendo acesso aos estilos dessa arte através de fotos de suas igrejas ricamente ornamentadas, onde tinham artistas renomados como em Ouro Preto, Minas Gerais, e mais simples como em São Paulo, por não ter nenhum artista de renome por lá. O Brasil é Barroco pelo tempo, pela história passada de geração em geração, pela atualidade, por nos lembrar deste estilo.
O povo (pessoas indivíduos, comunidade) é considerado Barroco por carregar em suas tradições: a religião que os acompanha desde o nascimento, pela escolha de nomes de santos e colocar filhos, por participar de procissões em feriados de santos, por ter barroco em alguma construção, em algum cantinho, por trazer a memória que os jesuítas queriam catequizar e apresentaram o Barroco para nós.
A comunidade em que resido é barroca. A igreja do Divino Espírito Santo, situada na Praça Francisco Barreto, mescla em um dos seus estilos o Barroco. Temos também uma procissão no dia de Nossa Senhora Aparecida em que os fieis saem da cidade e vão caminhando até a Cidade de Maria, local que abriga congregações católicas e formam religiosas. Fica na rodovia que vai para o Distrito de Alberto Moreira, a 6 km do centro da cidade.
O homem na atualidade utiliza a arte como forma de se expressar, chamar a atenção para determinado acontecimento, produto ou ação e faz uso das ferramentas que estão ao seu dispor, seja Barroca, Indígena ou Rupestre, ele tenta causar impacto quanto à apresentação de sua obra e intentos.
A miscigenação que ocorreu no Brasil é importante para o conhecimento da história de um país, sua cultura, suas tradições, etc e o uso que o homem constantemente fez da arte ficaram claramente evidentes através dos vídeos da disciplina sobre o Povo Brasileiro e os textos disponibilizados. Na Arte Rupestre, Indígena, Barroca, Rococó, até a atualidade, o homem olha com seus múltiplos olhares a arte que está a seu redor. Essa visualidade e informações presentes em todos os momentos de nossa vida se devem graças a tantas informações deixadas pelos nossos ancestrais e também aos acessos que temos através da internet, assim, cada vez mais nos tornamos cultos, desenvolvendo o nosso aprendizado e nossas criações através da arte.
É importante salientar que a arte jamais poderá ser desvinculada do homem, considerada como forma de visualidade existente desde o inicio da humanidade, tem grande valor em todos os momentos históricos de sua produção deixando em suas raízes histórico culturais um patrimônio para a humanidade que sempre serão revistos e estudados.